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Rueira! (“da rua”). Assim diziam, lá em casa, quando perguntavam, na nossa infância: Cadê Girlayne?

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   A mesma carinha de sempre, comentou Flavia, quando viu essa foto na nossa mesa, ao chegar na nossa casa.   Se fosse um menino, masculino, ninguém reclamava da Rueira: a rua, a vida, os amigos, divertir-se, é o habitat que mais ensina e satisfaz. Patriarcado em cima dela, pra variar.   Aprendeu, muito bem, ela, Gi. Hoje a conhecem assim, no Brasil inteiro. Eu diria que até no exterior.  AQUI, as redes sociais dela, Gi.   Sabe Lula, quando chora, porque no fundo ele se ressente de não ter podido frequentar universidades, no seu tempo?   Eu frequentei. E não vou cuspir no prato, mas a vida, a rua, os amigos, me divertir (e quebrar a cara, claro), me ensinou igualmente. Ou até mais. Escola da vida, sem desprezar a educação formal, dizia o mestre Paulo Freire.   Essa daí, da foto, aprendeu na escola. Aprendeu na vida. Aprendeu com as dificuldades. Aprendeu com a alegria. Aprendeu com tudo.   Mas, como dizia Paulo Freire,...