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Pep Bernadas, Flavia e Flavio. E Mujica. Claro! Na maior livraria de viagens da Europa.

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  Em julho de 2014, num encontro multilateral no Brasil, Pepe Mujica sacou da bolsa um mapa para convencer Putin sobre uma obra estratégica. Ali, ao surpreender a dura diplomacia russa, descontraiu o Chefe de Estado, e presenteou um vídeo para a história da Internet. Brindou os russos com uma aula de geopolítica latino-americana. Por aqueles anos, em um festival literario promovido pela diplomacia brasileira com representantes da Universidade Sorbonne, conheci Pep Bernadas, fundador de Altaïr, em Barcelona. A maior e mais importante livraria de viagens de todo o continente europeu (mais de 60 mil itens no acervo, segundo National Geographic). Esta semana, estivemos novamente com Bernadas, desta vez Flavia e eu, para preparar uma atividade sobre Viajar ao Brasil. Já que, neste mês de setembro, se comemora o Dia Mundial do Turismo. No dia 27. No dia que o conheci, recordo que o catalão Bernadas sacou da sua biblioteca particular um mapa (tal como Mujica fez com Putin)...

Anti Jair. Mino, Zita, Nadja e Bilinha. Tesão de Jornalismo bom.

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  Fabíola, Flavio, Luciana Esta, à esquerda, é Fabíola Mendonça, Bilinha, como a gente a chamava no sindicato dos bancários de Pernambuco onde ela trabalhava (na biblioteca, meu cantinho preferido) e eu era diretor, sindicalista. Nesta foto, no carnaval de Olinda, anos atrás, estamos no bar do PTesão, o bloco do PT. A foto foi feita no mesmo dia que Lula ganhou o título de cidadão da cidade. Luciana Santos, também na foto, atual Ministra da ciência e tecnologia de Lula, era a prefeita da cidade e primeira prefeita comunista do Brasil.  Armando, Ariano, Flavio, Vera, Lula Esta semana, a jornalista Fabíola (premiada nacionalmente pela excelência com que desempenha a profissão, Menção Honrosa no Prêmio CAPES de Tese de 2022, Prêmio Nacional de Jornalismo Especial BNB em 2024 ) marcou outro golaço na revista onde atua, a Carta Capital. Nos conta uma história de dor. Sobre como Nadja Mendes Araújo teve a sua vida sequestrada pelo horror da ditadura. Nadja e João, s...

De novo, não, Lula, pelamordedeus. Sobre o novo RCB. O Regulamento Consular Brasileiro.

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@1flaviocarvalho. @amaconaima. Sociólogo. (para mais informações, sigam-nos, por favor) Barcelona, 27 de agosto de 2025. “Como vai proibir quando o galo insistir em cantar?” (Chico Buarque). Presidente Lula.  Será que tem gente, dentro do seu governo, que não quer que a gente se fale? Comparo o Regulamento Consular Brasileiro, RCB, como a Constituição Brasileira para os brasileiros no exterior, como eu. É o regulamento supremo pra gente. Mexe significativamente também com a vida das pessoas que querem vir ao Brasil, estrangeiros que querem morar no Brasil, imigrantes para o nosso país. O RCB interfere DIRETAMENTE na vida de 5 milhões de brasileiros. 5 milhões de emigrantes brasileiros, no mínimo, segundo o próprio Itamaraty, o Ministério das Relações Exteriores. É A Lei, pra gente.  Há quem se refira ao RCB como A Bíblia dos Consulados. Como eu defendo o Estado Laico e nunca me dei bem com dogmas, prefiro me referir como se ele, o RCB, fosse a nossa Constituição. Um compêndio ...

Rueira! (“da rua”). Assim diziam, lá em casa, quando perguntavam, na nossa infância: Cadê Girlayne?

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   A mesma carinha de sempre, comentou Flavia, quando viu essa foto na nossa mesa, ao chegar na nossa casa.   Se fosse um menino, masculino, ninguém reclamava da Rueira: a rua, a vida, os amigos, divertir-se, é o habitat que mais ensina e satisfaz. Patriarcado em cima dela, pra variar.   Aprendeu, muito bem, ela, Gi. Hoje a conhecem assim, no Brasil inteiro. Eu diria que até no exterior.  AQUI, as redes sociais dela, Gi.   Sabe Lula, quando chora, porque no fundo ele se ressente de não ter podido frequentar universidades, no seu tempo?   Eu frequentei. E não vou cuspir no prato, mas a vida, a rua, os amigos, me divertir (e quebrar a cara, claro), me ensinou igualmente. Ou até mais. Escola da vida, sem desprezar a educação formal, dizia o mestre Paulo Freire.   Essa daí, da foto, aprendeu na escola. Aprendeu na vida. Aprendeu com as dificuldades. Aprendeu com a alegria. Aprendeu com tudo.   Mas, como dizia Paulo Freire,...

Um Homem com H. Do Brasil. No Canecão.

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    foto: Flavio Carvalho.   Hoje é aniversário dele. Essa foto eu fiz no Canecão, no Rio. Bem de pertinho. Explica o Brasil, Ney. Isso de adorar um artista, querer ver, admirar, sentir sua voz com emoção. E, por falso moralismo, imposto, de fora pra dentro, fingir que não gosta. Homofobia. Ética é universalizar coerência, pra não tentar mudar ao sabor do vento. Moral é determinada. É de propósito. A falsa moral é a pior de todas. Mentir não é tão ruim quanto ser hipócrita. Tentar mentir-se pra si mesmo. Assim como isso de que ser covarde é muito pior de ter simplesmente o medo que todos temos, mas sem esconder. Todo covarde é hipócrita. Quanto mais corajoso e valente, melhor o artista. Isso sempre foi o Brasil. O país de Ney. Fingiu, todo um país (a maioria do povo), durante décadas, que não era assim: retrógrado, conservador. Machista ao extremo. Conseguiu enganar muita gente. A mim, esse Brasil nunca enganou. É um orgulho bom que eu tenho....